UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO- UFMA
PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO CONTINUADA EM TECNOLOGIA EDUCACIONAL
CURSO DE TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ensinando e aprendendo com as TIC
Nelcione de Jesus Nogueira Mendes
1 Titulo da aula
Ortografia na escola e no dia-a-dia
2 Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula ( ortografia)
Uso correto da escrita, já que por sua vez é um dos fatores que mais apresenta a difícil compreensão, isso, por causa da duplicidade de sons que algumas letras apresentam. Com essa aula, perceberá de maneira clara o emprego das letras, em diferentes situações. Com atividade que podem ser empregadas no dia-a-dia e que serão percebidos em placas, cartazes e autdoor. O suo constante da escrita correta, nos remete também a uma boa oralidade. Ressaltamos também que esta aula contribuirá significativamente na medida em que descobrirem na prática a utilização e os porquês, assim ampliando e desenvolvendo suas habilidades.
3-Duração das atividades
Aproximadamente, três aulas de 50 minutos.
4-Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para que o aluno possa apresentar uma boa escrita é necessário que seja um leitor, por que o contato constante com as palavras implicará na fixação da mesma, assim, também aumentará o seu verbete. Portanto, como conhecimento prévio é preciso que saibam as origens das palavras e os diferentes sons em que elas apresentam. Como também deverá apresentar conhecimento das palavras.
5-Estratégias e recursos da aula
As atividades serão desenvolvidas na observação de textos. Os alunos buscaram textos que serão alterados propositalmente pelo professor e buscará as palavras que reconhecer de imediatas grafadas como errada, assim eles terão um objetivo ao ler o texto, em seguida, pedir aos alunos que falem as palavras que não causou muita dúvida e as que identificaram com facilidade. Após essas atividades o professor entregara o texto original para que eles possam comparar os dois textos a fim de buscar palavras que passou despercebida pelos mesmos.
Como uma segunda atividade eles produziram textos com algumas palavras de fácil, médio e difícil escrita dada pelo professor em forma de ditado e depois eles produziram textos com as palavras que lhe foi repassado, recomendado que atribua alguns minutos, limitando a quantidade de linhas, recomendam que não passe de dez linhas, depois escreva as palavras no quadro e que eles anotem a forma correta de cada palavra, assim evitará o constrangimento por parte de alguns alunos como também evitará o bloqueio estimulante de buscar aprender mais e mais quanto ao uso da ortografia.
SILÊNCIO
Clarice Lispector
É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar essa paz que nos espreita. Silêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance dessa profunda meditação do silêncio. Desse silêncio sem lembranças de palavras. Se és morte, como te alcançar.
É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível - sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vazio e sem promessa. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é a vida. Ou neve. Que é muda mas deixa rastro - tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este silêncio não deixa provas. Não se pode falar do silêncio como se fala da neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz.
A noite desce com suas pequenas alegrias de quem acende lâmpadas com o cansaço que tanto justifica o dia. As crianças de Berna adormecem, fecham-se as últimas portas. As ruas brilham nas pedras do chão e brilham já vazias. E afinal apagam-se as luzes as mais distantes.
Mas este primeiro silêncio ainda não é o silêncio. Que se espere, pois as folhas das árvores ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talvez se ouça com esperança pelas escadas.
Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o silêncio, aparece.
O coração bate ao reconhecê-lo.
Pode-se depressa pensar no dia que passou. Ou nos amigos que passaram e para sempre se perderam. Mas é inútil esquivar-se: há o silêncio. Mesmo o sofrimento pior, o da amizade perdida, é apenas fuga. Pois se no começo o silêncio parece aguardar uma resposta - como ardemos por ser chamados a responder - cedo se descobre que de ti ele nada exige, talvez apenas o teu silêncio. Quantas horas se perdem na escuridão supondo que o silêncio te julga - como esperamos em vão por ser julgados pelo Deus. Surgem as justificações, trágicas justificações forjadas, humildes desculpas até a indignidade. Tão suave é para o ser humano enfim mostrar sua indignidade e ser perdoado com a justificativa de que se é um ser humano humilhado de nascença.
Até que se descobre - nem a sua indignidade ele quer. Ele é o silêncio.
Pode-se tentar enganá-lo também. Deixa-se como por acaso o livro de cabeceira cair no chão. Mas, horror - o livro cai dentro do silêncio e se perde na muda e parada voragem deste. E se um pássaro enlouquecido cantasse? Esperança inútil. O canto apenas atravessaria como uma leve flauta o silêncio.
Então, se há coragem, não se luta mais. Entra-se nele, vai-se com ele, nós os únicos fantasmas de uma noite em Berna. Que se entre. Que não se espere o resto da escuridão diante dele, só ele próprio. Será como se estivéssemos num navio tão descomunalmente enorme que ignorássemos estar num navio. E este singrasse tão largamente que ignorássemos estar indo. Mais do que isso um homem não pode. Viver na orla da morte e das estrelas é vibração mais tensa do que as veias podem suportar. Não há sequer um filho de astro e de mulher como intermediário piedoso. O coração tem que se apresentar diante do nada sozinho e sozinho bater alto nas trevas. Só se sente nos ouvidos o próprio coração. Quando este se apresenta todo nu, nem é comunicação, é submissão. Pois nós não fomos feitos senão para o pequeno silêncio.
Se não há coragem, que não se entre. Que se espere o resto da escuridão diante do silêncio, só os pés molhados pela espuma de algo que se espraia de dentro de nós. Que se espere. Um insolúvel pelo outro. Um ao lado do outro, duas coisas que não se vêem na escuridão. Que se espere. Não o fim do silêncio mas o auxílio bendito de um terceiro elemento, a luz da aurora.
Depois nunca mais se esquece. Inútil até fugir para outra cidade. Pois quando menos se espera pode-se reconhecê-lo - de repente. Ao atravessar a rua no meio das buzinas dos carros. Entre uma gargalhada fantasmagórica e outra. Depois de uma palavra dita. Às vezes no próprio coração da palavra. Os ouvidos se assombram, o olhar se esgazeia - ei-lo. E dessa vez ele é fantasma.
Clarice Lispector- "Onde estivestes de noite?"
7ª Ed. - Ed. Francisco Alves - Rio de Janeiro - 1994
7ª Ed. - Ed. Francisco Alves - Rio de Janeiro - 1994
Atividade 1
Objetivo
Compreender o uso correto da escrita por meio da leitura e da prática em atividades que estimulem a buscar e a pesquisar as palavras corretas para a utilização no dia-a-dia.
Texto 1
CILÊNCIO (adaptado)
Clarice Lispector
É tão vasto o cilêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depreça para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar eça paz que nos espreita. Cilêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance deça profunda meditação do cilêncio. Desse cilêncio sem lembranças de palavras. Se és morte, como te alcançar.
É um cilêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível - sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vasio e sem promeça. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é a vida. Ou neve. Que é muda mas deicha rastro - tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este cilêncio não deicha provas. Não se pode falar do cilêncio como se fala da neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: sentiu o cilêncio desta noite? Quem ouviu não diz.
A noite desce com suas pequenas alegrias de quem acende lâmpadas com o cansaço que tanto justifica o dia. As crianças de Berna adormecem, fecham-se as últimas portas. As ruas brilham nas pedras do xão e brilham já vazias. E afinal apagam-se as luzes as mais distantes.
Mas este primeiro cilêncio ainda não é o cilêncio. Que se espere, pois as folhas das árvores ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talves se ouça com esperança pelas escadas.
Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o cilêncio, aparece.
O coração bate ao reconhecê-lo.
Pode-se depreça pensar no dia que passou. Ou nos amigos que passaram e para sempre se perderam. Mas é inútil esquivar-se: há o cilêncio. Mesmo o sofrimento pior, o da amisade perdida, é apenas fuga. Pois se no começo o cilêncio parece aguardar uma resposta - como ardemos por ser chamados a responder - sedo se descobre que de ti ele nada exige, talves apenas o teu cilêncio. Cuantas horas se perdem na escuridão supondo que o cilêncio te julga - como esperamos em vão por ser julgados pelo Deus. Surgem as justificações, trágicas justificações forjadas, humildes desculpas até a indignidade. Tão suave é para o ser humano enfim mostrar sua indignidade e ser perdoado com a justificativa de que se é um ser humano humilhado de nascença.
Até que se descobre - nem a sua indignidade ele quer. Ele é o cilêncio.
Pode-se tentar enganá-lo também. Deicha-se como por acaso o livro de cabeceira cair no xão. Mas, horror - o livro cai dentro do cilêncio e se perde na muda e parada voragem deste. E se um pássaro enlouquecido cantasse? Esperança inútil. O canto apenas atraveçaria como uma leve flauta o cilêncio.
Então, se há coragem, não se luta mais. Entra-se nele, vai-se com ele, nós os únicos fantasmas de uma noite em Berna. Que se entre. Que não se espere o resto da escuridão diante dele, só ele próprio. Será como se estivéssemos num navio tão descomunalmente enorme que ignorássemos estar num navio. E este singrasse tão largamente que ignorássemos estar indo. Mais do que isso um homem não pode. Viver na orla da morte e das extrelas é vibração mais tensa do que as veias podem suportar. Não há sequer um filho de astro e de mulher como intermediário piedoso. O coração tem que se apresentar diante do nada sozinho e sozinho bater alto nas trevas. Só se sente nos ouvidos o próprio coração. Quando este se apresenta todo nu, nem é comunicação, é submissão. Pois nós não fomos feitos senão para o pequeno cilêncio.
Se não há coragem, que não se entre. Que se espere o resto da escuridão diante do cilêncio, só os pés molhados pela espuma de algo que se espraia de dentro de nós. Que se espere. Um insolúvel pelo outro. Um ao lado do outro, duas coisas que não se vêem na escuridão. Que se espere. Não o fim do cilêncio mas o auxílio bendito de um terceiro elemento, a luz da aurora.
Depois nunca mais se esquece. Inútil até fugir para outra cidade. Pois quando menos se espera pode-se reconhecê-lo - de repente. Ao atraveçar a rua no meio das businas dos carros. Entre uma gargalhada fantasmagórica e outra. Depois de uma palavra dita. Às vezes no próprio coração da palavra. Os ouvidos se assombram, o olhar se esgazeia - ei-lo. E deça vez ele é fantasma.
Clarice Lispector- "Onde estivestes de noite?"
Questão 01
Identificar as palavras que estão grafadas de maneira incorreta.
Cilêncio/depreça/ amisade/ talves/ Deicha/ extrelas/ atraveçar/ businas/ deça/ xão/ eça / promeça/ vasio / atraveçaria/ cuantas/
Questão 02
Após a identificação das palavras incorretas, faça duas colunas, onde ficará as palavras erradas em um lado e do outro lado a forma correta.
| Palavras grafadas erradas | Palavras grafadas corretas |
| Cilêncio | Silêncio |
| Depreça | Depressa |
| Amisade | Amizade |
| Talves | Talvez |
| Deicha | Deixa |
| Extrelas | Estrelas |
| Atraveçar | Atravessar |
| Businas | Buzinas |
| Deça | Dessa |
| Xão | Chão |
| Eça | Essa |
| Ppromeça | Promessa |
| Vasio | Vazio |
| Atraveçaria | Atravessaria |
| Cuantas | Quantas |
| | |
Questão 03
Faça um parágrafo relatando em apenas cinco linhas qual a palavra causou mais dúvida e como fez para descobrir a forma correta, ou seja, quais meios utilizaram para chegar à resposta correta.
Resposta pessoal, assim eles buscarão conceitos que estar no subconsciente
Questão 04
Marque a alternativa em que todas as alternativas estão com escrita correta;
a) Enxame, recauxutar,enchiqueirar, enxaqueca;
b) Certesa, certo, perdoi, efetoar;
c) Variar, serto, enchame, perdoe
d) Variar, certo, efetuar, atris
e) Perdoe, certeza, pesquisar, abençoar
Resposta (E)
Questão 05
Preencha as lacunas das palavras com g ou j;
a) Pa_ear
b) Fuli_em
c) Pa_em
d) Mar_em
e) Ma_estade
f) Verti_em
g) Lison_ear
h) A_iota
i) Ferru_em
j) Con_estivo
k) Con_elar
l) Linha_em
m) Gor_eio
n) Ferru_em
o) O_eriza
p) Massa_em
q) Vare_ista
r) Lambu_em
Resposta
Pajear/ Fuligem/ Pajem/ Margem/ Majestade/ Vertigem/ Lisonjear/ Agiota/ Ferrugem/ Congestivo/ Congelar/ Linhagem/ Gorjeio/ Ferrugem/ Ojeriza/ Massagem/ Varejista/ Lambujem
Questão 6
Crie um texto utilizando as seguintes palavras:
Mexerico/ inseto/ poetisa/ agressão/ passeata/ príncipe /humanizar/ réptil / civilização/ mochila
Mexerico olhou um inseto transformando em uma poetisa, em que após a transformação começou a agressão contra mexerico, este que entrou em uma passeata batendo de frente com o príncipe que havia decretado a humanizar um réptil, que já mais queria ser um ser da civilização, mas não teve muita sorte fugindo, sem quere parou dentro de uma mochila.
Questão 7
Pesquisar em um dicionário as palavras o significado e a forma correta da escrita
Mexerico:
Ato de mexericar; enredo, intriga, bisbilhotice, chocalhice, corrilho, mexericada, mexida, mexido, mexinflório.
2.Bras. RS Confusão ou mistura de vários objetos, de coisas ou de animais que deveriam estar separados; desordem, balbúrdia.
2.Bras. RS Confusão ou mistura de vários objetos, de coisas ou de animais que deveriam estar separados; desordem, balbúrdia.
Inseto
s.m. Animal invertebrado da classe dos articulados, cujo corpo, constituído por uma carapaça quitinosa, se divide em três partes: a cabeça, com duas antenas, dois olhos compostos e seis órgãos bucais; o tórax, com três pares de patas e, muitas vezes, dois pares de asas; o abdome, anelado e com orifícios, ou estigmas, aonde vão dar as traquéias respiratórias.
Poetisa
Mulher que faz poesias. [Cf. poetiza, do v. poetizar.]
Agressão
1.Ação ou efeito de agredir.
2.Bordoada, pancada.
3.Investida, ataque.
4.Provocação, hostilidade.
5.Ofensa, acometimento, ataque.
6.Psic. Conduta caracterizada por intuito destrutivo.
2.Bordoada, pancada.
3.Investida, ataque.
4.Provocação, hostilidade.
5.Ofensa, acometimento, ataque.
6.Psic. Conduta caracterizada por intuito destrutivo.
Passeata
Pequeno passeio; volta, giro.
2.Bras. Marcha coletiva realizada em sinal de regozijo, reivindicação ou protesto cívicos, ou de uma classe; caminhada.
2.Bras. Marcha coletiva realizada em sinal de regozijo, reivindicação ou protesto cívicos, ou de uma classe; caminhada.
Príncipe
1.Filho ou membro de família reinante.
2.Filho primogênito do rei.
3.Chefe de principado (2).
4.Consorte da rainha, nalguns Estados.
5.Título de nobreza, em alguns países.
2.Filho primogênito do rei.
3.Chefe de principado (2).
4.Consorte da rainha, nalguns Estados.
5.Título de nobreza, em alguns países.
Humanizar
Verbo transitivo direto.
1.Tornar humano; dar condição humana a; humanar.
2.Tornar benévolo, afável, tratável; humanar.
3.Fazer adquirir hábitos sociais polidos; civilizar.
4.Bras. CE Amansar (animais).
1.Tornar humano; dar condição humana a; humanar.
2.Tornar benévolo, afável, tratável; humanar.
3.Fazer adquirir hábitos sociais polidos; civilizar.
4.Bras. CE Amansar (animais).
Réptil
Adjetivo de dois gêneros.
1.Que se arrasta. [Sin. (p. us.): reptante.]
2.Animal com pés tão curtos que parece arrastar-se quando anda.
3.Fig. Pessoa desprezível, de maus instintos, que se presta a quaisquer atos para atingir seus objetivos. [F. paral.: réptil (q. v.). Pl.: reptis.]
1.Que se arrasta. [Sin. (p. us.): reptante.]
2.Animal com pés tão curtos que parece arrastar-se quando anda.
3.Fig. Pessoa desprezível, de maus instintos, que se presta a quaisquer atos para atingir seus objetivos. [F. paral.: réptil (q. v.). Pl.: reptis.]
Civilização
Substantivo feminino.
1.Ato, processo ou efeito de civilizar(-se).
2.Estado ou condição do que se civilizou:
povos que se encontram num estado avançado de civilização.
3.O conjunto de características próprias à vida social coletiva; cultura.
4.Processo pelo qual os elementos culturais concretos ou abstratos de uma sociedade (conhecimentos, técnicas, bens e realizações materiais, valores, costumes, gostos, etc.) são coletiva e/ou individualmente elaborados, desenvolvidos e aprimorados.
1.Ato, processo ou efeito de civilizar(-se).
2.Estado ou condição do que se civilizou:
povos que se encontram num estado avançado de civilização.
3.O conjunto de características próprias à vida social coletiva; cultura.
4.Processo pelo qual os elementos culturais concretos ou abstratos de uma sociedade (conhecimentos, técnicas, bens e realizações materiais, valores, costumes, gostos, etc.) são coletiva e/ou individualmente elaborados, desenvolvidos e aprimorados.
Mochila
s.f. Espécie de saco de lona, com pertences de militar, para ser suspenso às costas quando em marcha.
Bolsa de pano, pele ou couro que os caçadores, campistas, montanhistas, estudantes etc., levam às costas ou a tiracolo, com seus pertences.
P. ext. Qualquer saco de viagem.
Bolsa de pano, pele ou couro que os caçadores, campistas, montanhistas, estudantes etc., levam às costas ou a tiracolo, com seus pertences.
P. ext. Qualquer saco de viagem.
Professor (a) faça com que o aluno sinta se mais à-vontade, é fundamental que eles percam o medo de desenvolver atividades que lhe impões e explore a criatividade, é muito importante que eles tenham um estimulo em leitura e na escrita, assim, reduz os erros ortográficos.
5-Recursos
Jornais, revistas, livros e mídias com data-showe televisão, estes são alguns dos recursos que se pode utilizar na execução desta atividade.
6-Avaliação
Estas atividades vistas acima podem ser desenvolvidas com outros textos e outras palavras, basta que tenha o cuidado em elaborar ou pesquisar textos.
Referência
ALMEIDA, Nilson Teixeira de. Gramática de Língua portuguesa para concursos, vestibulares, ENEM, colégios técnicos e militares / Nilson Teixeira de Almeida. – São Paulo: Saraiva, 2003.
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